Crescendo na graça e no conhecimento
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2 de setembro de 2011

Departamento Infantil - Curso de Formação








MATRÍCULAS ABERTAS:


SISTEMA INTENSIVO - UM SÁBADO POR MÊS
(2º sábado de cada mês)


DURAÇÃO DO CURSO:
280 horas/aula (18 meses)


HORÁRIO DO CURSO: 
Sábado: das 9h às 13h e das 14h ás 20h

LOCAL: CETAD – Centro de Educação Teológica da Assembléia de Deus (Rua Dr. Celso Ramalho, 70, Lagoa Seca, Natal/RN)

INÍCIO DO CURSO:
10/09/2011


INVESTIMENTO:
18 mensalidades de R$ 45,00 (inclui apostilas)


INFORMAÇÕES:
(84) 3082.4202
(84) 3082.4204


Fonte: www.adnatal.org.br

28 de agosto de 2011

ORIENTAÇÃO PRÁTICA PARA EVANGELIZAÇÃO DE CRIANÇAS

Apresentação elaborada pelo mediador deste blog, baseada na obra de Charles Spurgeon e a prática do ensino bíblico na EBD.
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12 de julho de 2011

PESCADORES DE CRIANÇAS


Charles Spurgeon, o príncipe dos pregadores, que nasceu e viveu na Ilnglaterra no século XIX, tinha uma dedicação e cuidado especial para com as crianças. Autor do livro Pescadores de Crianças: Orientação prática para falar de Jesus às crianças, Spurgeon destacou a necessidade de evangelização dos pequeninos.
Eis alguns de seus pensamentos acerca da do trabalho infantil:

“As crianças necessitam aprender a doutrina, o preceito e a vida do evangelho;.”
“Compete a nós tornar a doutrina simples, dar o alimento espiritual.”
“O inimigo ensina o erro. O único meio de evitar o engano é ensinar o certo.”
“Pecamos quando omitimos a religião da educação dos filhos.”

As vantagens do ensino aos infantes:

- Tempo gasto com os menores;
- O efeito ao longo do tempo em benefício da sociedade;
- Lares edificados;
- Adultos amadurecidos e comprometidos.

Barreiras ao ensino às crianças:

O pensamento de que as crianças não precisam aceitar a Jesus: Filho de peixe é peixinho, mas filho de cristão precisa entender a verdade do evangelho e tomar uma decisão pessoal diante desta verdade.
A pregação às crianças é uma necessidade menor.
Não se acredita na conversão de crianças.
Esperar delas o comportamento de adultos
Classes de ensino bíblico para crianças diminuem quando pessoas insensíveis têm autoridade sobre eles.
Não devemos tentar fazer uma criança ser como nós, mas sim tornarmo-nos como eles.


Eis algumas frases feitas que ouvimos a respeito das crianças :

- Ah, é apenas uma criança !
- Crianças só atrapalham
- Crianças são uma amolação
- Uma perda de tempo

Spurgeon ressalta o ensino de Cristo defendendo o acesso das crianças à Ele - Lucas 18:15-17

Deixai vir a mim as criancinhas
Nãos as impeçais
Das tais é o reino dos céus
Quem não receber o Reino de Deus  como uma criança, de maneira alguma entrará nele.

Por que ter cuidado com estes cordeirinhos:

Primeiro, porque são de Cristo;
Segundo, porque precisam de cuidados;
Terceiro, para que não se percam.

Ensinar as crianças não é:
Primeiro, uma distração para passar o tempo
Segundo, ditar um conjunto de regras
Bajular as crianças para serem só boazinhas

Como ensinar as crianças:

Levar as crianças ao conhecimento e prática das Sagradas Escrituras
Esclarecer que elas precisam de um  Salvador;
Ensinar com ilustrações e exemplos;
Trazer as crianças para perto de si, tratando-as com amor;
Ensinar moralidade com espiritualidade.
Ensinar as crianças a terem o olhar voltado para Deus
Alertar para o mal do pecado;
Que elas precisam da mudança do coração;
Ensinar acerca da bênção de ser cristão.
Para isto é preciso preparo espiritual e vocacional;
Avaliar o estado das crianças e confiar na cooperação do Senhor.

Em nossas casas, igrejas, ou mesmo lá fora nas ruas estão os futuros pastores que precisam conhecer a Cristo. E cabe a nós o trabalho de pastores a zelar pelos pequeninos.

Fonte:

SPURGEON, Charles. H. Pescadores de Crianças: orientação prática para falar de Jesus ás crianças. Tradução de Hope Gordon Silva, 1ª edição 2004, São Paulo: Sociedade Religiosa Edições Vida Nova, 2004.

4 de abril de 2010

Apostasia: Sinal Profético dos Últimos Tempos

Apostasia: sinal profético dos últimos tempos (1 Tm 4.1,2)
(Este subsídio foi disponibilizado no site da CPAD para a 12.a lição do 4.o trimestre de 2005)


1. Apostasia: O sinal profético de que trata a Leitura Bíblica em Classe, a apostasia, foi descrita por Paulo nos seguintes termos: “Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios”.
a) Contexto inicial: É necessário observar que últimos tempos (hysterois kairois) nesse contexto, se refere a uma palavra profética persuasiva comunicada pelo Espírito Santo. O vocábulo grego traduzido por “expressamente diz” é rhētōs. Este, por sua vez, procede do termo rhētōr, isto é, “orador”, “advogado”, “oratória”. (At 24.1). Dois conceitos são identificados nestas palavras: clareza e persuasão. O Espírito fala de modo claro e convincente, assim como um orador ou advogado eficaz. 
Uma característica especial desse texto é a mudança de estilo: admonitório (3.1-16); doxologia (3.16) e profecia (4.1). O texto não é uma declaração paulina, mas trata-se de uma afirmação do próprio Espírito de Deus.  O uso de kairois no lugar de chronos, indica um tempo do qual não podemos administrar ou evitar; ele é certo, determinado ou fixado por Deus e infalivelmente ocorrerá. É um tempo que somente Deus tem o controle. Neste caso específico, a apostasia antecederia os últimos dias (eschatais hēmerais), ou seja, é um sinal que precede e demarca o final dos tempos dos gentios (kairoi ethnōn), segundo Lucas 21.24: “E cairão a fio de espada e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem.” Sejamos, pois, atentos aos sinais que Deus estabeleceu como sinalização da aproximação de sua vinda.
b) Definição: O vocábulo apostēsontai (apostatarão), usado como verbo indicativo futuro, aponta para o termo aphistēmi (aoristo ativo), literalmente “fazer revoltar”, “enganar”, “afastar”, “desertar”, “apostatar”. O apóstata é o “desertor” (Tg 2.11), “aquele que se rebela ou provoca rebelião” (At 21.21; 2 Ts 2.3), enquanto a apostasia, é a “rebelião, o abandono ou divórcio com uma antiga crença ou credo”. O apóstata abandona e rebela-se contra a sua antiga crença. O genitivo objetivo “da fé” (tēs pisteōs) quer dizer “da doutrina cristã”. Em sentido estrito, é aquele que uma vez tendo crido em Deus, abandona-o e se volta contra Ele. Há, no escrito neotestamentário, diversos termos e expressões que indicam esse afastamento e revolta, a saber: 

 TERMO  SENTIDO  REFERÊNCIA
aperchomai  voltar atrás  Jo 6.66
apostrepho  desviar; desertar 2 Tm 4.4
arnéomai  negar  2 Tm 2.13; 3.5
astocheō errar o alvo; desviar 1 Tm 1.6; 6.21
enauageō naufragar na fé 1 Tm 1.19 
mē menē    não permanecer   Jo 15.6
              A apostasia é uma conseqüência da ação diabólica sobre o crente a fim de que o mesmo atenda e obedeça os “enganos dos espíritos enganadores” e a “doutrina dos demônios”. O adjetivo “enganadores”, do grego planois, quer dizer ipsis litteris, “sedutor”, “impostor”, “ilusão”. Descreve o ato pelo qual o indivíduo é seduzido ou iludido pelo engano doutrinário. O crente, portanto, é seduzido pelas doutrinas espetaculares e falsas  hermenêuticas. A expressão “espíritos enganadores” (pneumasin planois), ao que parece, trata-se de uma categoria de seres espirituais da maldade que se ocupam da difusão de falsos ensinos a fim de que o crente se desvie da fé em Cristo. Observe, no versículo 3, que o alvo dos seres malignos são os crentes “fiéis e que conhecem bem a verdade”. A história da igreja cristã e da teologia está repleta de exemplos. Esses espíritos malignos manifestam-se mediante a ação de homens hipócritas e mentirosos, que pervertem a fé dos fiéis por meio de seus falsos ensinos. Estas heresias, segundo o versículo 2 e 3, incluem a proibição do casamento e a abstinência de alimentos. Porém, não se restringe apenas a estas; incluem muitas outras heresias expostas por todo o Novo Testamento (Confira 2 Pe 2; 1 Jo 2. 18-29; 4.1-6; Jd vv. 3-19).
         Champlin conta que na cidade de “Nova Iorque, na New York Bucher’s Dressed Meat Company, havia certo animal a que chamavam de “Bode Judas”. Seu trabalho consistia em escoltar as ovelhas, desde a beira do rio, onde eram desembarcadas, até ao matadouro. Esse bode começava a agir cedo pela manhã, no que continuava até o fim do dia. Seu pêlo era branco, e facilmente conduzia as ovelhas à destruição, pois não eram sábias bastante para perceber que o bode era de uma espécie animal diferente. É fato bem conhecido que, prossegue Champlin, diferentemente do gado e dos porcos, que precisam ser tangidos, as ovelhas seguem a um líder. E era isso que possibilitava o trabalho daquele bode. Aquele bode era bonito, brilhante e de aparência atrativa, servindo de líder que as ovelhas seguiam facilmente. Calcula-se que durante sua carreira ele conduziu cerca de quatro milhões e meio de ovelhas para o matadouro.” 
(O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo, vl. 5, p.319). De modo semelhante têm feito os atuais heresiarcas, os falsos mestres.  Fonte:  http://www.cpad.com.br/4trim05/sub_licao_012_4trim05.htm



F

 

Lições 4.o Trimestre 2013

Lições 4.o Trimestre 2013
Conselhos para a vida

Lição 1 - O Valor dos Bons Conselhos
Lição 2 - Advertências Contra o Adultério
Lição 3 - Trabalho e Prosperidade
Lição 4 - Lidando de Forma Correta com o Dinheiro
Lição 5 - O Cuidado com Aquilo que Falamos
Lição 6 - O Exemplo Pessoal na Educação dos Filhos
Lição 7 - Contrapondo a Arrogância Com a Humildade
Lição 8 - A Mulher Virtuosa
Lição 9 - O Tempo para Todas as Coisas
Lição 10 - Cumprindo as Obrigações Diante de Deus
Lição 11 - A Ilusória Prosperidade dos Ímpios
Lição 12 - Lança o teu Pão Sobre as Águas
Lição 13 - Tema a Deus em todo o Tempo

Comentarista:

José Gonçalves - Pastor, Professor de Teologia, Escritor e Vice-presidente da Comissão deApologética da CGADB; Comentarista das revistas de Escola Dominical da CPAD.

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