Crescendo na graça e no conhecimento

Lições 4.o Trimestre 2013

Lições 4.o Trimestre 2013
Conselhos para a vida

Lição 1 - O Valor dos Bons Conselhos
Lição 2 - Advertências Contra o Adultério
Lição 3 - Trabalho e Prosperidade
Lição 4 - Lidando de Forma Correta com o Dinheiro
Lição 5 - O Cuidado com Aquilo que Falamos
Lição 6 - O Exemplo Pessoal na Educação dos Filhos
Lição 7 - Contrapondo a Arrogância Com a Humildade
Lição 8 - A Mulher Virtuosa
Lição 9 - O Tempo para Todas as Coisas
Lição 10 - Cumprindo as Obrigações Diante de Deus
Lição 11 - A Ilusória Prosperidade dos Ímpios
Lição 12 - Lança o teu Pão Sobre as Águas
Lição 13 - Tema a Deus em todo o Tempo

Comentarista:

José Gonçalves - Pastor, Professor de Teologia, Escritor e Vice-presidente da Comissão deApologética da CGADB; Comentarista das revistas de Escola Dominical da CPAD.

30 de setembro de 2011

O QUE FAZER EM MOMENTOS DE CRISE


Tenho tanto que fazer que preciso passar várias horas em oração antes de ser capaz de fazê-lo.” (John Wesley), citado por Wiersbe (1989, p.69.)

Semelhantemente à Daniel, Deus levantou um outro homem a se por na brecha em atitude de intercessão em favor do povo de Israel, cativo em Babilônia: seu nome, Neemias, o judeu exilado que servia como copeiro do rei da Pérsia, Artaxerxes I.
Interessante notar que ambos tinham o mesmo propósito de defender a causa do povo diante do Senhor, realçando a instrumentalidade particular do ser humano no tocante à obra de Deus, cumprindo o propósito maior. 
O primeiro, Daniel, foi levantado para a intercessão; o outro, Neemias, Deus convocou para orar e agir. 
Ao tomar conhecimento do estado de desgraça dos conterrâneos que estavam em Jerusalém (Neemias 1.4). Neemias lamentou e chorou. Um choro contínuo de quatro meses, em orações objetivas, permeadas de adoração e exaltação a Deus, reconhecimento da sua fidelidade, confissão dos pecados do povo, intercessão, lembrança das advertências divinas e súplica pela misericórdia de Deus, conforme detalha o pastor Elinaldo Renovato (Lima, 2011, p. 17-21)
Quando a crise mostra a sua face não adianta espernear, o jeito é orar. O povo hebreu passou por diversas crises em sua história enquanto povo de Deus e nação escolhida. Crises estas motivadas pela desobediência à palavra do Senhor. Como resultado, surgiram momentos de dor, vergonha humilhação, crises, fruto do juízo e do fruto colhido por semear inquidade.
Mas como diz o provérbio chinês crises servem de estímulo para as oportunidades. Muitos buscam oportunidades. Oportunidades de emprego, de namoro, oportunidades de ganhos ilícitos, para o exercício de poder, oportunidades ministeriais. Em momentos de crise, a primeira e talvez única oportunidade que nos resta é orar, orar e orar.
Vivemos atualmente um momento sério de crise espiritual, crise de integridade, conforme alertou o pastor Warren W. Wiersbe, No final da década de 80. À exemplo dos tempo de Neemias, dos tempos de Moisés, dos tempos de Wiersbe, o povo continua a se distanciar de Deus.
Wiersbe denunciou que nos últimos anos, devido a crise de integridade (Wiersbe, 1889, p. 42), “a igreja tem tido celebridades demais e servos de menos, um número demasiado de pessoas com muitas medalhas e cicatrizes de menos.”
Assim se faz necessário o levantar de novos Neemias com o mesmo espírito, firmeza, disposição, coragem, fé, e atitude para reerguer os muros derrubados pelo pecado do liberalismo, relativismo moral, idolatria, hedonismo, tirania, antropocentrismo, misticismo, ateísmo, secularização, materialismo, confissão positiva, consumismo, individualismo, veneração à tecnologia e a ciência, desamor, incredulidade, permissividade. E tanto quanto pudermos lembrar daquilo que nos distancia de Deus e de sua vontade.
Portanto é indispensável iniciar a reconstrução dos nossos muros espirituais e morais começando pela reedificação do nosso altar da oração.

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