Crescendo na graça e no conhecimento

Lições 4.o Trimestre 2013

Lições 4.o Trimestre 2013
Conselhos para a vida

Lição 1 - O Valor dos Bons Conselhos
Lição 2 - Advertências Contra o Adultério
Lição 3 - Trabalho e Prosperidade
Lição 4 - Lidando de Forma Correta com o Dinheiro
Lição 5 - O Cuidado com Aquilo que Falamos
Lição 6 - O Exemplo Pessoal na Educação dos Filhos
Lição 7 - Contrapondo a Arrogância Com a Humildade
Lição 8 - A Mulher Virtuosa
Lição 9 - O Tempo para Todas as Coisas
Lição 10 - Cumprindo as Obrigações Diante de Deus
Lição 11 - A Ilusória Prosperidade dos Ímpios
Lição 12 - Lança o teu Pão Sobre as Águas
Lição 13 - Tema a Deus em todo o Tempo

Comentarista:

José Gonçalves - Pastor, Professor de Teologia, Escritor e Vice-presidente da Comissão deApologética da CGADB; Comentarista das revistas de Escola Dominical da CPAD.

7 de setembro de 2011

Quantas vidas você tem?


Separar o sagrado do secular sempre foi motivo de discussões entre os filósofos e de conflitos entre os pobres mortais. Ao se indagar a alguma pessoa como ela está, talvez você já tenha ouvido a seguinte resposta:  minha vida espiritual vai bem, mas ...

Compartimenta-se a vida em espiritual, emocional, profissional, social, escolar, tudo dividido, qual loja de departamentos.

Assim se consegue separar de maneira simplista a vida devocional das demais práticas do dia-a-dia. Na verdade mais parece encenação de teatro de máscaras, usando-se uma para cada cena da vida. Glórias a Deus e aleluias servem mais como anestésico para as dores da vida do que propriamente uma expressão de adoração ao Senhor.

Quando se ultrapassa a calçada do templo, tudo volta ao “normal”. Vida que não traz as marcas de Cristo. Só vale na igreja. Abraços ternos só lá dentro. Fora, volta a cara emburrada após retiradas as máscaras; paz do Senhor, nem pensar.

Parece-me que alguns vivem a cultura de plateia de show de teatro ou de cinema. Uma pequena dose de endorfina gospel e depois tudo cai na real. E a realidade é dura, muito dura.  Falta bala na agulha para confrontar as piadas dos colegas, as demandas agnósticas da sociedade pós-cristã. Resta o escapismo da desculpa politicamente correta: seja na escola ou no trabalho, não discuto religião, só em um lugar apropriado.

Colegas, vizinhos, passam anos sem saber que somo cristãos.

E assim o pregar a tempo e fora de tempo fica sem tempo enquanto o tempo passa e ficamos parados no tempo esperando o tempo passar para depois dizer que não temos mais tempo.

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