Crescendo na graça e no conhecimento

Lições 4.o Trimestre 2013

Lições 4.o Trimestre 2013
Conselhos para a vida

Lição 1 - O Valor dos Bons Conselhos
Lição 2 - Advertências Contra o Adultério
Lição 3 - Trabalho e Prosperidade
Lição 4 - Lidando de Forma Correta com o Dinheiro
Lição 5 - O Cuidado com Aquilo que Falamos
Lição 6 - O Exemplo Pessoal na Educação dos Filhos
Lição 7 - Contrapondo a Arrogância Com a Humildade
Lição 8 - A Mulher Virtuosa
Lição 9 - O Tempo para Todas as Coisas
Lição 10 - Cumprindo as Obrigações Diante de Deus
Lição 11 - A Ilusória Prosperidade dos Ímpios
Lição 12 - Lança o teu Pão Sobre as Águas
Lição 13 - Tema a Deus em todo o Tempo

Comentarista:

José Gonçalves - Pastor, Professor de Teologia, Escritor e Vice-presidente da Comissão deApologética da CGADB; Comentarista das revistas de Escola Dominical da CPAD.

26 de julho de 2011

REVERÊNCIA, TEMOR E TREMOR

O encontro com o Sagrado normalmente produz temor e tremor naquele que tem um encontro real com Deus.
O profeta Isaías clamou por misericórdia quando teve a visão do Senhor dos Exércitos assentado em Seu trono. (Isaías 6.5)
Daniel ficou enfermo alguns dias; e espantado acerca da visão do sobrenatural que o Senhor lhe havia concedido. Daniel 8.27.
Moisés por sua vez não teve a mesma postura quando da visão que teve da sarça ardente, aproximando-se desta de maneira comum, movido por pura curiosidade. Daí ser alertado pelo anjo do Senhor a tirar as sandálias dos pés pois, sem saber, estava pisando em terra santa.
Já ouvi e li a respeito do serviço sacerdotal, porém não encontrei nas Sagradas Escrituras, que uma vez por ano ele entrava lá para aspergir o sangue de um cordeiro e levava uma corda amarrada na perna, e as campainhas nas roupas sacerdotais (Êxodo 39.25 e 26). Enquanto as campainhas estavam tocando, seria sinal de que o sacerdote estava limpo diante de Deus. Se as campainhas parassem de tocar, os estudiosos dizem que o sacerdote morreria diante de Deus e seria arrastado através da corda,  porque o povo não podia entrar no santo dos santos.
O perigo maior neste assunto ocorre quando as práticas devocionais, e isto inclui o nosso proprio viver, torna-se algo comum, banalizado, não passando de mera rotina humana desprovida de reverência e temor para com Deus.
Tudo fica simples, irreverente, heterodoxo, fácil, humano demais.
Corre-se o risco de neste momento o púlpito ser usado como tribuna de entretenimento, lugar de gracejos, fonte de mensagens de auto-ajuda, gritos de guerra, apresentação de palestras motivacionais recheadas de frases de efeito e de pouco efeito espiritual, visto serem vazias de Deus. Misericórdia.
Acontece isto quando o temor e temor é substituído pela “ousadia” da confissão do positivismo e da conveniência de uma falsa intimidade com o Pai que beira a libertinagem, gerando cristãos acomodados de mente conformada e segura de si, em detrimento à reverência santa que nos faz completamente inseguros e por isso dependentes de Deus de quem não devemos ter medo, mas que passa a ser reconhecido como refúgio e fortaleza daqueles que vivem em verdadeiro e santo temor e tremor.

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