Crescendo na graça e no conhecimento

Lições 4.o Trimestre 2013

Lições 4.o Trimestre 2013
Conselhos para a vida

Lição 1 - O Valor dos Bons Conselhos
Lição 2 - Advertências Contra o Adultério
Lição 3 - Trabalho e Prosperidade
Lição 4 - Lidando de Forma Correta com o Dinheiro
Lição 5 - O Cuidado com Aquilo que Falamos
Lição 6 - O Exemplo Pessoal na Educação dos Filhos
Lição 7 - Contrapondo a Arrogância Com a Humildade
Lição 8 - A Mulher Virtuosa
Lição 9 - O Tempo para Todas as Coisas
Lição 10 - Cumprindo as Obrigações Diante de Deus
Lição 11 - A Ilusória Prosperidade dos Ímpios
Lição 12 - Lança o teu Pão Sobre as Águas
Lição 13 - Tema a Deus em todo o Tempo

Comentarista:

José Gonçalves - Pastor, Professor de Teologia, Escritor e Vice-presidente da Comissão deApologética da CGADB; Comentarista das revistas de Escola Dominical da CPAD.

17 de abril de 2010

Sem Profecia, o Povo se Corrompe

Onde não há profecia, o povo se corrompe. Prov. 29.18

A razão de haverem profetas e profecias é simplesmente por que as pessoas precisam da mensagem de amor de Deus para deixarem os caminhos tortos ou continuarem andando no caminho certo. Os segredos do coração se tornam manifestos, levando ao arrependimento e a conseqüente adoração (João 4.16 a 24; I Co. 14.19-26)
Sem profecias, o povo de Deus se corrompeu. Os reis, inicialmente de Israel e, em seguida de Judá, deram ouvidos aos falsos profetas da “paz, paz”(Jer. 6.14; 8.11), quando não há possibilidade para a paz.
Hoje algumas mensagens proféticas não diferem muito dos tempos de Jeremias:
bênçãos, vitórias, “receba, receba, receba!”, mensagens que curam superficialmente a ferida do povo.
Poucas vezes ouvimos duros discursos. As pregações de uma maneira geral se tornaram garapa de açúcar ao invés de ser ministrado o remédio, embora amargo, mas que cura o doente.

O comentarista destaca que “infelizmente, as palavras de Jeremias caíram em ouvidos moucos e enfermos. Achavam os judeus que, pelo fato de estar a Casa de Deus entre eles, nenhum mal os alcançaria apesar de seus pecados.“

As pessoas continuava a subir aos altos e bosques, queimavam incenso a desuses estranhos (Jer 17.2; 19.5; 26.18; 32.35), deixando os caminhos do Senhor (Jr 2.13-17) , porém chegou a hora do ultimato.

Com as profecias de Jeremias, o povo foi alertado do perigo de continuar no caminho largo da dupla religiosidade (adultério espiritual - Jer. 11.15), e conclamado a melhorar suas ações (Jer. 6.13), a fim de retomarem a caminhada ao caminho estreito, o caminho duro e vergonhoso da rendição ao invasor inimigo que lhe tornaria escravo. Não havia saída. Nem para Jeremias, nem para o povo.

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