Crescendo na graça e no conhecimento

Lições 4.o Trimestre 2013

Lições 4.o Trimestre 2013
Conselhos para a vida

Lição 1 - O Valor dos Bons Conselhos
Lição 2 - Advertências Contra o Adultério
Lição 3 - Trabalho e Prosperidade
Lição 4 - Lidando de Forma Correta com o Dinheiro
Lição 5 - O Cuidado com Aquilo que Falamos
Lição 6 - O Exemplo Pessoal na Educação dos Filhos
Lição 7 - Contrapondo a Arrogância Com a Humildade
Lição 8 - A Mulher Virtuosa
Lição 9 - O Tempo para Todas as Coisas
Lição 10 - Cumprindo as Obrigações Diante de Deus
Lição 11 - A Ilusória Prosperidade dos Ímpios
Lição 12 - Lança o teu Pão Sobre as Águas
Lição 13 - Tema a Deus em todo o Tempo

Comentarista:

José Gonçalves - Pastor, Professor de Teologia, Escritor e Vice-presidente da Comissão deApologética da CGADB; Comentarista das revistas de Escola Dominical da CPAD.

6 de abril de 2010

As Diferenças Entre o Cair e o Apostatar


Uns encurvam-se e caem, mas nós nos levantamos e estamos de pé. Salmo 20.8


O cair em alguma falta não deve fazer parte da caminhada natural do cristão. Mas, em sua falibilidade, pode se lhe ocorrer algum percalço (pisar na bola). A falta de vigilância pelas práticas devocionais da oração, jejum, meditação na Palavra, momentos de fragilidade emocional, hábitos não completamente vencidos, negligência à prática dos ensinos recebidos, falta de atendimento aos conselhos do pastor, dos pais, da esposa, dos próprios filhos; enfim, inúmeras causas podem corroborar para a queda.

Às vezes, sequer percebemos quando enredamos por tais práticas. Nada, porém, justifica tais atitudes. Porém o levantar para a retomada da caminhada sempre está disponível pelo arrependimento. Bem aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro.

O apostatar por sua vez ultrapassa os limites do mal praticado por ignorância, negligência ou descuidado. Torna-se, como o sentido da palavra original sugere, em atitude deliberada, intencional, opção refletida e tomada não apenas sob a influência do engano, mas uma escolha consciente de associação a este engano; não se caracterizando com uma falha pontual, mas uma tomada de posição de rebelião consciente contra Deus, sua Palavra e também contra quem professa a fé.

O homem caído sente a dor das feridas do tropeço; o apóstata se satisfaz em promover, incentivar e apontar esta queda provocada pelo ensino de doutrinas de demônios.

O caído muitas vezes chora e geme anelando voltar à restauração da comunhão com Deus enquanto que o apóstata quer distância de Deus. Um está desviado por ceder à determinadas circunstâncias; o outro é desviado por opção.

Quando se está caminhando, sem se observar o caminho, corremos o risco de tropeçar em pedra. Quando isto acontece, ficamos feridos, doloridos sujamos as vestes, mas imediatamente nos levantamos e nos pomos de pé. Isto é o cair.

Os apóstatas por sua vez deliberadamente, passo a passo se encurvam diante dos ensinos e doutrinas e falsos mestres que lhes conduzem ao caminho da apostasia em um processo contínuo e muitas vezes irreversível, tornando-se igual ou pior do que eles.

Aos caídos devemos demonstrar compaixão, visto que estamos sujeitos ás mesmas paixões, e estender as mãos; aos apóstatas, conforme a orientação de Judas, “apiedai-vos de alguns, usando de discernimento; E salvai alguns com temor, arrebatando-os do fogo, odiando até a túnica manchada da carne.”  Precisamos no entanto condenar suas práticas e guardando-nos a nós mesmos e ao rebanho de sua influência maligna, e outros até evitar..

"Pois a terra que embebe a chuva, que cai muitas vezes sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção da parte de Deus;  mas se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada, e perto está da maldição; o seu fim é ser queimada." Hebreus 6.7 e 8.

"Porque é impossível que os que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus, e os poderes do mundo vindouro, e depois caíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; visto que, quanto a eles, estão crucificando de novo o Filho de Deus, e o expondo ao vitupério". Hebreus 6.4 a 6.

Porém, confirmados pelo Senhor são os passos do homem em cujo camin ho ele se deleita; ainda que caia, não ficará prostrado, pois o Senhor lhe segura a mão. Salmo 37.23-24.

Ao passo que os apóstatas que deliberadamente cairam e ficaram prostrados em seus conceitos e valores, sem dar lugar a palavra de exortação ao arrependimento, crucificam para si mesmos o filho de Deus, expondo-o à ignomínia, sendo impossível serem renovados para o arrependimento. Hebreus 6.6.

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