Crescendo na graça e no conhecimento

Lições 4.o Trimestre 2013

Lições 4.o Trimestre 2013
Conselhos para a vida

Lição 1 - O Valor dos Bons Conselhos
Lição 2 - Advertências Contra o Adultério
Lição 3 - Trabalho e Prosperidade
Lição 4 - Lidando de Forma Correta com o Dinheiro
Lição 5 - O Cuidado com Aquilo que Falamos
Lição 6 - O Exemplo Pessoal na Educação dos Filhos
Lição 7 - Contrapondo a Arrogância Com a Humildade
Lição 8 - A Mulher Virtuosa
Lição 9 - O Tempo para Todas as Coisas
Lição 10 - Cumprindo as Obrigações Diante de Deus
Lição 11 - A Ilusória Prosperidade dos Ímpios
Lição 12 - Lança o teu Pão Sobre as Águas
Lição 13 - Tema a Deus em todo o Tempo

Comentarista:

José Gonçalves - Pastor, Professor de Teologia, Escritor e Vice-presidente da Comissão deApologética da CGADB; Comentarista das revistas de Escola Dominical da CPAD.

21 de abril de 2010

Um lamento pela Igreja na pós-Modernidade



Nada há de novo debaixo do sol. Os historiadores contam que a história sempre se repete. Portanto, nada há de novo, as novidades das práticas religiosas não são tão novas assim. Os métodos, ferramentas, modelos e práticas podem ser bem atuais, de fato, modernos, mas a sua natureza e motivações continuam as mesmas. 
O resultado provoca as crises que os pastores precisam orar, meditar e solucionar debaixo da orientação de Deus, se quiserem se comprometer ou continuar deixando tudo como está. Os líderes são sempre necessário em tempos de crise cujos sinais estão por toda parte:




- Os falsos profetas que prometem sempre paz, paz, dinheiro, cargos, vitórias, bênçãos em suaves prestações mensais;
- As vãs filosofias, doutrinas de homens, tomando o lugar da palavra, disfarçados de um bom evangeliquês;
- Os falsos discursos do domingo por não serem postos em prática no restante da semana;
- O adultério pela duplicidade entre amar a Deus e os novos deuses da moda;
- O amor às riquezas;
- O esfriamento do amor cristão  por se multiplicar a iniquidade;
- A resistência à submissão aos pastores fiéis ao ensino da Palavra, bem como ás autoridades constituídas e devidamente legalizadas;
- A busca cega do poder terreno pela militância eclesiástica autofágica (devorando-se uns aos outros);
- A confiança nas imagens que falam mais do que mil palavras e que querem, por fim na força, tomar o lugar da Palavra;
- Os jugos desiguais com os infiéis na política, nos negócios, no casamento ou em qualquer área;
- Os shows, raves, baladas, forrós, pagodões, tudo com rótulo gospel com direito a tudo;
- A falta de limites no uso da Internet onde os navegadores se escondem em seus avatares, esquecendo-se de que seu IP está detectado no céu;
- A multiplicação geométrica das placas de igrejas e a concorrência desenfreada para conquistar uma alma mesmo se correndo o risco de expô-la ao inferno;
- A pedofilia de sacerdotes que abusam de crianças escondidos por trás da conivência do poder eclesiástico;
- O fundamentalismo religioso evangélico que não mata pessoas, mas que também destrói sonhos, ministérios, amizades, alegrias e, se brincar, até a fé, levando à dor da morte espiritual;
- A venda de igrejas com porteira fechada, bens e, claro, ovelhas, como boa prática da política de livre mercado;
- As mães Raquel que se negam a ser consoladas porque perderam seus filhos para o terrível invasor pós-moderno, o traficante de drogas;
- O consumismo que promove o compra e vende de produtos cristãos embalado por um público que só vive em função do ter (o carro chefe deste mercado é a marca “JESUS”);
- A auto-unção messiânica que leva algum “iluminado a se dizer apóstolo, bispo, super apóstolo, quase um semideus (para os outros porque ele já se acha o próprio);
- A crença que, só nas orações nos montes ou na casa da irmãzinha x, só ali Deus se revela enquanto se despreza o culto de oração, doutrina, matutino, o círculo de oração, a campanha de oração convocada pela igreja;
- O velho antropocentrismo, o homem como único ser no centro das atenções no universo (quanta pretensão), propagandeado pelos ateus pós-modernos;
- As chantagens e persuasões das correntes de bênção para se extorquir as pessoas de boa fé em um toma lá da cá onde todos querem ganhar (o conto do vigário só se concretiza porque tem alguém que tem o ardil de enganar e de outro que quer se enganar);
- A execução dos megaprojetos de catedrais que levam as pessoas a se orgulharem das edificações e se esquecerem do edifício maior, o corpo de Cristo;
- o mau uso da tecnologia que leva à tecnolatria e que serve apenas manter o bem ocupado e distante de Deus;
- A disciplina só em caso de adultério e dependendo do status do membro;
- A dona mídia que ocupa um altar de destaque nas casas construindo ídolos pictóricos que agora não tem boca, mas falam, e como falam e que seduzem, e como seduzem, manipulando pensamentos, opiniões, atitudes e valores, quando não colocada em seu devido lugar;

Enfim, a aridez espiritual que, por conta disto e muito mais que não lembro, leva-me a chorar ou a esperar que algum Jeremias, Daniel ou Neemias chore por mim. Misericórdia, Senhor!

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