
O gráfico acima ilustra as possibilidades dos estados de relacionamentos entre a liderança de uma igreja e seus membros:

Bocas fechadas/corações Fechados:Esta condição dispensa palavras. Pastores e ovelhas ensimesmados, calados, igrejas estagnadas, fadadas a continuarem sempre do mesmo jeito, sem expressões de amor, crescimento e sem vida.

Bocas Abertas/Corações Fechados:Nesta situação se fala muito, mas se ouve pouco. Esta era a condição de Coríntios. Pastores ministram mas as palavras entram por um ouvido e sai por outro. O contrário também pode ocorrer: as ovelhas sugerem, argumentam, os pastores dizem: depois a gente vê isso! E nada. é feito de maneira produtiva.Cada grupo faz normalmente o que acha conveniente.

Bocas Fechadas/Corações Abertos:Aqui a situação se inverte: Assuntos que precisam ser tratados, correções que precisam ser feitas, disciplinas, mudanças de atitude identificadas não são expressas, líderes não podem ser confrontados em nome do "amor"; liderados também por pela máxima de que deve tudo suportar e tolerar. Até os erros ? Em nome do amor, não se confrontam as pessoas pela verdade e, assim, se ama de menos. Cria-se uma geração de ovelhas mimadas e de pastores intocáveis.

Bocas Abertas/Corações Abertos:Aqui se observa o relacionamento ideal na Igreja. A koinonia como via de mão dupla onde palavras comunicam aos corações que falam do que o coração está cheio. Repreensão, perdão, graça, compreensão ,exortação, transitando em meio a relacionamentos sinceros e abertos pautados em motivações, palavras e gerando mudanças de atitude através de ações advindas do amor, o grande amor de Deus. Aqui o líder exerce plenamente a liderança. Os liderados se sentem seguros e motivados.
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