Crescendo na graça e no conhecimento

Lições 4.o Trimestre 2013

Lições 4.o Trimestre 2013
Conselhos para a vida

Lição 1 - O Valor dos Bons Conselhos
Lição 2 - Advertências Contra o Adultério
Lição 3 - Trabalho e Prosperidade
Lição 4 - Lidando de Forma Correta com o Dinheiro
Lição 5 - O Cuidado com Aquilo que Falamos
Lição 6 - O Exemplo Pessoal na Educação dos Filhos
Lição 7 - Contrapondo a Arrogância Com a Humildade
Lição 8 - A Mulher Virtuosa
Lição 9 - O Tempo para Todas as Coisas
Lição 10 - Cumprindo as Obrigações Diante de Deus
Lição 11 - A Ilusória Prosperidade dos Ímpios
Lição 12 - Lança o teu Pão Sobre as Águas
Lição 13 - Tema a Deus em todo o Tempo

Comentarista:

José Gonçalves - Pastor, Professor de Teologia, Escritor e Vice-presidente da Comissão deApologética da CGADB; Comentarista das revistas de Escola Dominical da CPAD.

16 de agosto de 2011

A IGREJA COMO AGENTE TRANSFORMADOR DA SOCIEDADE II

A Igreja foi estabelecida por Deus para atuar na Terra como agente transformador da sociedade na qual está inserida. Desta forma, as pessoas de fora do nosso meio precisam ver em nós as boas obras para que Cristo seja glorificado em nós e por nós. Quando nos engalfinhamos em defender bandeiras denominacionais como sendo nossa razão de viver, ou nos isolamos nos achando os reis da cocada preta, erraremos o alvo, deixando de testificar ao mundo na condição de executores da missão.
O judaísmo foi enfraquecido e deixou de ser o agente de transformação na Terra quando tornou os seus praticantes adeptos do “zelo de DEUS, mas não com entendimento.”  Romanos 10:2. Assim, “não conhecendo a justiça de DEUS e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de DEUS.” Romanos 10.2,3. Resultado?
A postura intransigente que culminou na morte do Redentor.  Os ciclos de vida das Igrejas locais comprovam isto. Pode ser que, a exemplo da Igreja do Vaticano, as instituições não sucumbam, continuem fortes, mas não deixarão de dar a impressão de que são apenas organizações.
As estatísticas comprovam que a população evangélica no Brasil cresce ano a ano. A continuar nesse passo, seremos maioria. Analisando os dados do censo do IBGE, os pesquisadores do ministério Sepal estimam que “a igreja evangélica do Brasil alcançará 50 por cento da população no ano 2022.”  
Entrementes, este crescimento não é proporcional ao grau de influência no meio social. No prefácio do livro Cosmovisão e Transformação, o bispo anglicano Robinson Cavalcante alerta do perigo deste crescimento não se acompanhada de uma redução de nossos problemas morais e sociais: 

Algo tem de ser feito com urgência para que o “crescimento” evangélico brasileiro não se transforme em um imenso fiasco, ou, o que é pior, em uma tragédia. 

Assim, corremos o sério perigo, apesar do crescimento numérico semelhante à extensão do Rio Amazonas, de a nossa mensagem e ação não ultrapassar a profundidade de um pires, caso nossas práticas sejam e continuem semelhantes àquelas dos que estão de fora. Os escândalos políticos em alguns casos revelam as relações promíscuas entre governos e denominações evangélicas disfarçadas em ONG’s comprovando lamentavelmente que corremos o risco de ser uma luz artificial, reluzente, sem calor que afete a sociedade pós-moderna. Tão grande em estatura, mas tão pequenino em relevância.
Somos o país do futuro dizem os economistas. Seremos em breve uma potência mundial. Mas onde está o nossa jactância? A glória advinda da presunção é maligna. Tiago 4:16.
 Assim corre-se o sério perigo de desembocar paradoxalmente em um sentido inverso do propósito natural de Deus de ser sal da terra e uz do mundo, ramificando-se e sumindo por milhares de afluentes – denominações – pouco influentes, debaixo dos alqueires e sendo pisado pelos homens. Que Deus nos guarde.

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